Eu não sei quantos sorrisos ainda te posso dar,
Não sei mais quantos olhares terei que disfarçar,
Eu não sei se é só minha ou tua, essa nossa solidão
Eu só sei que não sei como continuar.
E prometo que daria minh’alma em troca da tua,
Para o segredo de teus olhos desvendar
Olhos que não são negros, não são âmbar, taciturnos,
Esse enigma que é teu jeito escondido de olhar
Me desculpe se perdi as palavras,
E deixei o silêncio se espalhar
É que não sei mais o que te [contar]
Que já não saibas em particular
E sinto se sou melindrosa, tola e romântica,
Ou alguém que apenas sobrevive de romances inventados,
Só carrego estes sonhos e devaneios obsoletos,
de destinos despedaçados (...)
Colaboradores: @philipebarros e @larimoura

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