Ao poeta é dada à convivência
eterna, junto ao ser
mas ainda que o seja,
ao ser inteiro, não pode pertencer.
Dê-lo vícios alternativos
dêem vida, dêem a boemia
para que faça destas assuntos para poesia.
Nunca fora interesse meu, negar ao mundo
Mas agora que observo
Já nem encontro quais intenções eram minhas.
Não recordo a esperança, de um lugar melhor
tampouco se esta idéia em mim havia.
Lembro-me de viver só, e a cada dia
Ter esperança de viver o amanhã também.
Eis que agora, o vento soprou minha alegria
Nada resta além da da agonia, e Tempestade
que devasta, e que ainda por ventura passe
deu fim à tudo o que antes, em mim, existia.
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